Ainda na sequência do post anterior, tenho a dizer que às vezes nem de propósito uma pessoa falar das coisas...então não é que hoje foi-me precisamente acontecer uma situação relacionada!?
Mais valia ter ficado calada, pelo menos não me sentia agora assim a modos que angustiada...
Aliás, a questão é mesmo essa, eu devia mesmo ter ficado calada...
É isso que, embora contrariada, eu tenho que assumir e tomar como certo na minha atitude.
Não fales tudo o que pensas, definitivamente, não...
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terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Shiu...é Segredo!
Ora bem, "segredo" é, segundo o Dicionário da Lígua Portuguesa (presumo que já de acordo com o tão aclamado Acordo Ortográfico):
segredo |ê|
(latim secretum, -i)
adj.
segredo |ê|
(latim secretum, -i)
s. m.
1. Coisa que não deve ser sabida por outrem.
2. Coisa que se diz a outrem mas que não deve ser sabida de terceiro.
3. Reserva, discrição.
4. Arte, ciência.
5. Meio pouco conhecido de fazer uma coisa.
6. Receita secreta.
7. Lugar de uma prisão onde se conservam os presos que devem estar incomunicáveis.
8. Estado do prisioneiro incomunicável.
9. Esconderijo.
10. Mola oculta.
11. Meio de acção sabido apenas por alguns.
12. Conjunto de causas desconhecidas.
13. O íntimo, o âmago.
14. [Antigo] Secreto.
"Coisa que não deve ser sabida por outrem"...esta é muito engraçada...ora se não deve sera sabida por outrem por que é que o primitivo detentor da informação a partilha a uma outra pessoa, que depois, e porque é tipico da raça humana, a irá partilhar com uma outra e assim sucessivamente?!
Não percebo...não percebo os segredos...será de mim?
Senão vejamos, se eu tenho uma informação que, por qualquer motivo eu obtive e que considero não ser de partilhar e dever ficar só para mim, por que é que vou contar essa informação a outra pessoa e pedir-lhe para não contar? Não faz sentido, na minha opinião... Pois que não será mais fácil eu, à partida, não contar a ninguém e assim manter-se em segredo?
Se calhar é de mim pois, pelo que vejo, todas as pessoas têm segredos, de todas as espécies possíveis e imaginárias que, para dizer a verdade, nem sei exemplificar...
Eu não tenho segredos, sou muito transparente e tudo o que faço, seja bom ou mau, não tenho problema em contar a quem quer que seja, sem, note-se, pedir que guardem segredo!
Atenção: não quero estar a dar para aqui a entender que sou melhor que este ou aquele...nada disso, não condeno quem tenha segredos, só não os percebo! Por defeito, virtude ou feitio, são poucas as coisas que eu prefiro guardar para mim. Não por que tenha receio que se saibam, mas sim porque são muito íntimas e podem por vezes ferir susceptibilidades e talvez mudar a forma como as pessoas me vêm, fazendo certos juízos de valor, tantas vezes infundados! Mas acho que isso não são segredos...são coisas da minha vida que não vêm ao caso no dia-a-dia!
Agora outras coisas que me acontecem, que faço, que digo, que me dizem, que não considero segredos...
O mais estranho é que quando se sabe um "segredo" as pessoas ficam fulas com as pessoas que o tornou público, parecendo que uma coisa tão simples como, como...ter medo de aranhas...é um crime, foi feito às escondidas, não se podia saber, não posso confiar em ti...please!!
Nem o facto de se ter assassinado alguém pode ser segredo...
Enfim...sempre me disseram para não dizer tudo o que penso. Talvez este post, no entender de certas pessoas, não devesse ser publicado.
No entanto, já dizia a outra: "êu náxi ássim, êu crêxi ássim..." e vou continuar assim..
Não tenho segredos, não faço coisas às escondidas, não falo mal de ninguém sem que a própria pessoa saiba também o que penso, se fiz algo mal, paciência, não sou Inspector Gadget (e até ele se atrapalhava), não devo nada a ninguém...basicamente, sou a transparência em pessoa...
Se podia haver um pouco mais de mistério na minha vida? Podia. Mas isso ia encantar as pessoas que gostam de mistérios e que depois se vão a aperceber que não suporto cinismos, mentiras e falsas hipocrisias!
Por isso mais vale encantar logo assim...comigo é tudo às claras...e que nem gostas de claras, também não conhece a gema...
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sábado, 26 de maio de 2012
Ás vezes...
sinto que a minha vida é plena, plena de acontecimentos, de actividades, de conhecimentos, de pessoas, de surpresas, de coisas boas, de sorte, de críticas construtivas. Quando sinto esta plenitude, não me faz falta mais nada, não me faz falta principalmente um amor, estou bem, estou feliz!
Mas...Às vezes...
também sinto que preciso de um amor...alguém que me aconchegue, alguém que não se importe de ouvir as centenas de coisas que eu tenho sempre para contar, reclamar, desabafar, alguém que me elogie, alguém que queira estar comigo, alguém que aprecie a minha companhia, alguém que me abrace, alguém que me dê um beijinho de boa noite, alguém que me diga até amanhã com a certeza de que amanhã vai mesmo estar lá, alguém que partilhe sonhos comigo, alguém que diga parvoíces comigo, alguém que sorria comigo, alguém que dê gargalhadas comigo, alguém que me dê a mão durante um passeio, alguém que ponha o braço por cima do ombro, alguém que me susurre ao ouvido, alguém que não me queira perder...
E depois sinto que este alguém pode estar tão longe, tão perto ou pode até nem sequer estar!
No meio dos meus afazeres diários, trabalho-casa-trabalho-casa, onde os minutos estão totalmente destinados a fazer um milhão de coisas que tenho que fazer num curto espaço de tempo, eu não sei se consigo descobrir este alguém...eu não vou propriamente esbarrar contra ele numa esquina, não vou escolher o mesmo produto, ao mesmo tempo, no mesmo supermercado, não vou trocar de mala por engano, não vou trocar um olhar numa qualquer estação de metro e apaixonar-me por uma pessoa que nunca tinha visto na vida.
Então? Como é que se conhecem alguéns??
Ás vezes nem sei o que sentir...
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Mas...Às vezes...
também sinto que preciso de um amor...alguém que me aconchegue, alguém que não se importe de ouvir as centenas de coisas que eu tenho sempre para contar, reclamar, desabafar, alguém que me elogie, alguém que queira estar comigo, alguém que aprecie a minha companhia, alguém que me abrace, alguém que me dê um beijinho de boa noite, alguém que me diga até amanhã com a certeza de que amanhã vai mesmo estar lá, alguém que partilhe sonhos comigo, alguém que diga parvoíces comigo, alguém que sorria comigo, alguém que dê gargalhadas comigo, alguém que me dê a mão durante um passeio, alguém que ponha o braço por cima do ombro, alguém que me susurre ao ouvido, alguém que não me queira perder...
E depois sinto que este alguém pode estar tão longe, tão perto ou pode até nem sequer estar!
No meio dos meus afazeres diários, trabalho-casa-trabalho-casa, onde os minutos estão totalmente destinados a fazer um milhão de coisas que tenho que fazer num curto espaço de tempo, eu não sei se consigo descobrir este alguém...eu não vou propriamente esbarrar contra ele numa esquina, não vou escolher o mesmo produto, ao mesmo tempo, no mesmo supermercado, não vou trocar de mala por engano, não vou trocar um olhar numa qualquer estação de metro e apaixonar-me por uma pessoa que nunca tinha visto na vida.
Então? Como é que se conhecem alguéns??
Ás vezes nem sei o que sentir...
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domingo, 20 de maio de 2012
Uma pessoa não pode ver séries juvenis...é vê-los todos giros e airosos, apaixonados que só eles, a fazer declarações dignas de um "Romeu e Julieta", surpresas, loucuras por amor...enfim, amor que até dói só de ver!!
Confesso que me deixa uma pontinha de inveja, onde está o rapazinho que me vai dizer que quer ficar comigo acima de todas as coisas, que me vai colocar as duas mãos na face e beijar-me daquela forma, que me vai agarrar e puxar para ele não me querendo perder por nada...onde?onde?
Quero voltar a viver uma paixão, quente, romântica, cheia de surpresas e conversas lamechas...
Mas onde está ele??
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Confesso que me deixa uma pontinha de inveja, onde está o rapazinho que me vai dizer que quer ficar comigo acima de todas as coisas, que me vai colocar as duas mãos na face e beijar-me daquela forma, que me vai agarrar e puxar para ele não me querendo perder por nada...onde?onde?
Quero voltar a viver uma paixão, quente, romântica, cheia de surpresas e conversas lamechas...
Mas onde está ele??
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Das constatações
Há duas palavras que uma amostra da população portuguesa não sabe escrever:
descansa - a amostra experimentada escreve reiteradamente "descanÇa"
pêsames - a amostra experimentada escreve reiteradamente "pêsamOs"
enfim...
assim se fala em MAU português...
(há sempre a possibilidade de ser com base no novo acordo ortográfico, o qual de facto desconheço....)
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sábado, 19 de maio de 2012
Gostos...
Gosto de estudar, gosto de ter tempo para passar horas infinitas a estudar, a saber, a aprender, a ser mais capaz...não me canso de estudar como me canso por exmplo do exercicio físico, de dormir...simplesmente quero sempre mais. Quero ser mais inteligente, mais capaz de transmitir os meus conhecimentos...
Em consequência gosto de gente que goste de estudar, que não tenha preguiça de estudar, que queira aprender mais, que não queira estagnar, enfim...gente ambiciosa que não se encoste na primeira solução encontrada!
Não tem mal ser ambicioso, tem?
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Em consequência gosto de gente que goste de estudar, que não tenha preguiça de estudar, que queira aprender mais, que não queira estagnar, enfim...gente ambiciosa que não se encoste na primeira solução encontrada!
Não tem mal ser ambicioso, tem?
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
Diários...
Quando tinha há volta de uns 11/12 anos, comecei a escrever um diário...escrevi durante uns cinco anos, quando a minha vida mudou completamente e eu achei que já não fazia sentido escrever num diário tudo o que se passava na minha vida, até ali só minha...
Tinha encontrado o amor, tinha alguém com quem partilhar as minhas coisas insignificantes, alguém com quem chorar, a quem reclamar das coisas que me chateavam...Enfim, até ali tinha contado a um diário os meus amores não correspondidos, mas agora já não era necessário porque eu tinha um amor correspondido!!
Pensando concretamente no facto de escrever um diário, este parece-me ridiculo..."desabafar" os meus pensamentos para um caderno em branco, que não me ouve, não me responde, não me dá opiniões...mas, por outro lado, também não me critica quando menos preciso de ser criticada, não me julga e não se descuida nos segredos mais recônditos, e é aí que está a virtude de escrever num diário!!
Agora, passados uma série de anos, voltei a não ser correspondida, e, subitamente, senti uma enorme necessidade de ter um diário para escrever o que sentia. No entanto, um simples diário, nesta fase, completamente oposta àquela que me levou a abandoná-lo, não me deixaria satisfeita!!
E, talvez, um blog possa substituir o diário mas com a vantagem (ou não, não sei), de as minhas boas e más experiências puderem ter já sido vividas e ultrapassadas por outras pessoas, que me demonstrem que não sou a única e que o que eu vejo como mau, até pode ser bom...ou seja, que sirva para eu conhecer pessoas, ou pseudónimos, como eu, parecidas comigo, com os mesmos gostos, a personalidade semelhante...será impossível??
Acho que não, espero que não, preciso de conhecer outras pessoas...mas isso levar-me-ia a outro tema que deixo para outro post...
Vemo-nos por aí a cada vírgula....
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Tinha encontrado o amor, tinha alguém com quem partilhar as minhas coisas insignificantes, alguém com quem chorar, a quem reclamar das coisas que me chateavam...Enfim, até ali tinha contado a um diário os meus amores não correspondidos, mas agora já não era necessário porque eu tinha um amor correspondido!!
Pensando concretamente no facto de escrever um diário, este parece-me ridiculo..."desabafar" os meus pensamentos para um caderno em branco, que não me ouve, não me responde, não me dá opiniões...mas, por outro lado, também não me critica quando menos preciso de ser criticada, não me julga e não se descuida nos segredos mais recônditos, e é aí que está a virtude de escrever num diário!!
Agora, passados uma série de anos, voltei a não ser correspondida, e, subitamente, senti uma enorme necessidade de ter um diário para escrever o que sentia. No entanto, um simples diário, nesta fase, completamente oposta àquela que me levou a abandoná-lo, não me deixaria satisfeita!!
E, talvez, um blog possa substituir o diário mas com a vantagem (ou não, não sei), de as minhas boas e más experiências puderem ter já sido vividas e ultrapassadas por outras pessoas, que me demonstrem que não sou a única e que o que eu vejo como mau, até pode ser bom...ou seja, que sirva para eu conhecer pessoas, ou pseudónimos, como eu, parecidas comigo, com os mesmos gostos, a personalidade semelhante...será impossível??
Acho que não, espero que não, preciso de conhecer outras pessoas...mas isso levar-me-ia a outro tema que deixo para outro post...
Vemo-nos por aí a cada vírgula....
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sábado, 12 de maio de 2012
Bem...depois de muito pensar (como é tão característico em mim), cá estou na blogosfera, numa tentativa, talvez, de conhecer pessoas com as quais me identifique, tentando não me sentir, neste meu mundinho, uma num milhão.
Marcar um virar de página na minha vida que é construída apenas por vírgulas e nunca por pontos finais...
Vemo-nos por aí a cada vírgula...
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Marcar um virar de página na minha vida que é construída apenas por vírgulas e nunca por pontos finais...
Vemo-nos por aí a cada vírgula...
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